PRO CAUSA DE BEATIFICAÇÃO - PRO CAUSE DE BÉATIFICATION

O Coração Imaculado de Maria
á luz de Fátima

 

INTRODUÇÃO

«Só Ela lhes poderá valer»
(Nossa Senhora a Lúcia)

«Rainha do santíssimo Rosário, Auxílio dos Cristãos, Refúgio do género humano, Vencedora de todas as grandes batalhas de Deus» – exclamou Sua Santidade Pio XII, invocando Maria Santíssima, quando a 31 e Outubro de 1942 consagrava o mundo inteiro ao Seu Imaculado Coração.

Pio XI, cinco anos antes, referindo-se à grande batalha de Deus travada em nossos dias, sobre a Terra, batalha que «supera em amplitude e violência todas as proporções das anteriores contra a Igreja» e na qual «povos inteiros se acham em perigo de ruir em pior barbárie do que aquela em que se encontrava a Humanidade, ao aparecer o Redentor», – indicava como remédio uma cruzada universal de oração e penitência, «a fim de impetrar do Céu para a Igreja valiosa protecção nas lutas presentes, pela poderosa intercessão da Virgem Imaculada, a qual como esmagou um dia a cabeça da antiga serpente, assim continua sempre a ser a Defensora segura e invencível Auxílio dos Cristãos»[1].

Mas esta esperança e confiança inabalável de Pio XII e Pio XI é a voz e o sentir da Igreja universal, em todos os tempos da sua história. Não falava de outro modo Pio X ao celebrar o 50.º aniversário da definição dogmática da Imaculada Conceição, em 1904; e Leão XIII, a 5 de Agosto de 1881, escrevia na encíclica Quamquam pluries: «Sabemos que na bondade maternal da Virgem temos preparado o abrigo e que não colocaremos nela em vão as nossas esperanças. Se centenares de vezes, nas grandes dificuldades da República Cristã, Ela se achou presente, duvidaremos de que hão-de renovar-se os exemplos do Seu poder e graças, se em comum Lhe oferecemos as nossas preces humildes e constantes? Antes: tanto mais estamos certos do Seu maravilhosos auxílio quanto nos permitir que por mais tempo A imploremos».

Eis aí porque, «nesta hora trágica da Humanidade», mais do que nunca, se é possível, toda a nossa esperança está posta em Maria Santíssima.

Mas, para que nem sombra de dúvida fique em espíritos menos atentos, o próprio Céu veio revelar-nos retumbantemente que para os momentos difíceis que atravessa a Humanidade na Rainha dos Céus e da Terra se há-de buscar a solução.

Com efeito, o mais formidando inimigo postado em campo de batalha contra Deus e contra a Igreja e contra todo o mundo civilizado é o comunismo. Repare-se porém nesta coincidência:

A 12 de Março de 1917, a Rússia tradicional entrava em agonia, para expirar meses depois, a 12 de Novembro, aniquilada pelo triunfo da revolução vermelha.

Pois bem, nesse ano de 1917, a 13 de Maio, iniciava o Céu a sua contra-revolução, com a primeira aparição de nossa Senhora em Fátima, na Cova de Iria; e nos meses seguintes, até 13 de Outubro, acabou a Virgem de lançar o movimento de remédio e salvação para os grandes males que o comunismo russo vinha a trazer à Terra.

Que era uma das principais intenções da Providência, patenteia-se bem claro na aparição de 13 de Julho, quando Nossa Senhora, referindo-se à nova guerra que havia de vir após um grande sinal visível ao firmamento, diz: «Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos primeiros sábados; os bons serão martirizados; o sano Padre terá muito que sofrer; várias nações serão aniquiladas»[2].

Contra a internacional do inferno, portanto, corre o Céu a estabelecer a internacional de Fátima. Sim, hoje já ninguém o duvida: Fátima não pertence apenas a Portugal; pertence a toda a Igreja, pertence ao mundo inteiro, como reduto poderosíssimo contra o ateísmo moderno.

Eis porque, para a Virgem de Fátima se voltam cheios de esperança os olhares de toda a Cristandade, nesta hora angustiosa, e porque à porfia Lhe erguem por tida a parte altares e templos e de longínquas paragens acodem à Cova de Iria peregrinos das mais variadas nacionalidades. E Ela, ao ver-se assim aclamada pela Terra inteira como Sua Rainha e Mãe, lá saiu do Seu lar e, Peregrina, começou Sua marcha de triunfo através da Espanha, França, Bélgica, Holanda, Estados Unidos, Canadá… e não descansará até visitar solícita o mundo todo, porque todo lhe pertence.

«Basta abrir os olhos — expressava Pio XII — e ver esta cova de Iria transformada em fonte manancial de graças soberanas de prodígios físicos e muito mais de milagres morais, que torrentes daqui se derramam sobre todo o Portugal e de lá, rompendo pelas fronteiras, se vão espalhando por toda a Igreja e por todo o mundo»[3].

Começam a cumprir-se as profecias de S. Luís Grignion de Montfort, grande apóstolo de Maria, posto há pouco por Pio XII no catálogo dos Santos: «Maria deve brilhar mais que nunca em misericórdia, em força e em graça nestes últimos tempos. Em misericórdia, para atrair e receber amorosamente os pecadores transviados, que se converterão e voltarão ao seio da Igreja Católica; em força, contra os inimigos de Deus… ímpios obstinados que se revoltarão terrivelmente para reduzir e fazer cair, por meio de promessas e ameaças, todos os que lhe forem contrários; e por último de e resplandecer em graça, para animar e suster os valentes soldados fiéis servos de Cristo, que combaterão pelos eus interesses. Maria deve ser terrível ao demónio e seus sequazes, como um exército em ordem de batalha, principalmente nestes últimos tempos, porque o demónio, sabendo que tem pouco tempo e menos que nunca para perder as almas, redobra todos os dias os seus esforços e ataques; suscitará em breve novas perseguições e armará terríveis emboscadas aos servos fiéis e verdadeiros filhos de Maria, a quem lhe custa vencer muito mais que aos outros»[4].

Nesta certeza Pio X, já em 1931, na encíclica Lux Veritatis, exortava assim os fiéis a confiarem em Nossa Senhora: «Entregue­mos-Lhe pois, todas as nossas coisas: os nossos gozos, se nos alegra­mos; as nossas penas, se nos angustiamos; as nossas esperanças, se esperamos por melhores dias; e se cada vez se tornam mais difíceis para a Igreja os tempos, se a Fé se atenua, por se ter esfriado a caridade; se a moralidade privada e pública vai de mal a pior; se os perigos ameaçam o consórcio católico e civil, recorramos suplicantes a implorar o Seu celeste auxilio».

Na encíclica Ingravescentibus malis, acrescentava: «Embora tantos e tão grandes males nos ameaçam e os temamos maiores no fu­turo, não havemos de perder a coragem nem consentir que definhe em nós a confiante esperança que em Deus unicamente se apoia. Ele que fez sanáveis os povos e as nações, não deixará certamente pere­cer os que resgatou com Seu precioso sangue, nem abandonará a Sua Igreja. Mas, como já notamos ao começo, empenhemos junto de Deus a intercessão e patrocínio da Bem-aventurada Virgem, tão agradável a Seus olhos, pois, para Nos servirmos das palavras de S. Bernardo esta é a Sua vontade, que obtenhamos tudo por meio de Maria».

* * *

Não há dúvida: apesar da hora tremenda que vive o mundo, o Céu quer valer-nos e a solução é Maria Santíssima. Entretanto, este remédio não no-lo impõe Deus à viva força; faz-se mister da nossa parte a cooperação diligente com tão imensa misericórdia do Senhor. Quem te remiu sem ti, não te salvará sem ti, dizia Santo Agostinho. Quem nos oferece tão salutar medicina para os nossos males, não nos curará deles, se nós a não quisermos aplicar.

Pelo contrário, «se todos cumprirem o que lhes é pedido — advertia ainda Pio XI — com as devidas disposições, com grande confiança e fervorosa piedade, pode verdadeiramente esperar-se, que, como no passado, a Bem-aventurada Virgem Maria alcançará igualmente em nossos dias de Seu Divino Filho, que as vagas das tempestades actuais sejam retidas, acalmadas e cessem: e que uma brilhante vitória coroe essa nobre emulação na prece dos Cristãos»[5].

A primeira condição, pois, é que o mundo não menospreze este remédio de milagre; que o estude, o compreenda e o abrace confiadamente.

E antes de mais nada, é preciso estudar, conhecer Maria San­tíssima.

«A Divina Maria tem sido ignorada até hoje — escrevia S. Luís Grignion de Montfort — e esta é uma das razões pelas quais Jesus Cristo não é conhecido como deve ser. Se pois, como é certo, há-de chegar para o mundo o reino de Jesus Cristo, não será senão uma con­sequência necessária do conhecimento da Santíssima Virgem Maria e do Seu reinado»[6].

Jesus Cristo dizia no Evangelho: «quem Me vê a Mim vê a meu Pai[7]; e ninguém vem ao Pai senão por Mim[8]. Maria Santíssima por Sua vez parece dizer-nos também: quem me conhece a mim co­nhece a meu Filho e ninguém vem a Jesus senão por mim: per Mariam ad Jesum. Tem portanto que ser um dos nossos primeiros empenhos conhecer bem e tornar conhecida a nossa Mãe do Céu.

O grande teólogo Suarez e fervoroso devoto de Maria afirmava: «fora do conhecimento de Deus e de Cristo, não há ciência mais necessária nem mais digna de um teólogo (de um Cristão podemos nós acrescentar) do que esta. O quê? Discute-se a natureza, a graça, os merecimentos, a glória e o ministério dos Anjos e não havemos de dedicar ainda maior empenho a considerar os privilégios de graça e de glória da Rainha dos Anjos e estudar a Sua missão junto dos ho­mens?» [9]

Ignorar Maria é ignorar quase por completo os principais dog­mas da nossa Religião, porque Maria Santíssima tem parte relevantíssima na doutrina, no culto, na liturgia e em toda a Religião Católica. Amar Maria impõe-se a toda a criatura racional; mas conhecê-La ga­rante para sempre esse amor e leva-nos a penetrar nos divinos segre­dos da Encarnação. O dogma do Homem-Deus encerra todas as verdades cujo conhecimento e cuja prática nos conduzem à vida eterna o  dogma da Mãe de Deus traz-nos nova e intensa luz sobre essas ver­dades e mostra-nos melhor a grandeza do dom que Deus nos fez, dando-se-nos.

Depois, importa fornecer bases sólidas à nossa devoção para com Nossa Senhora; só merece o epíteto de firme e verdadeira a que lança raízes no dogma; qualquer outra é pelo menos insuficiente e imperfeita. Não basta cantar os louvores de Maria, sem perceber o que se canta, apenas por um sentimento vago. Nas coisas de Religião, mais que em nenhum outro campo, o sentimento deve ter por base a Fé; e a Fé cresce e se desenvolve, à medida que cresce e se intensifica o estudo das verdades reveladas. Se pretendemos que a nossa devoção a Nossa Senhora seja sólida e as práticas de piedade para com Ela santas, puras e cheias de reverência e de verdadeiro amor, conheçamos primeiro bem quem é Maria Santíssima.

A estas razões acresce uma razão de brio e de zelo. Se sempre, muito mais agora, todo o Católico que se preza, deve saber dar razão da sua Fé, seja diante de quem for... A cada passo em jornais, livros avariados, comícios, reuniões, conversas, se topa com blasfemadores da dignidade, prerrogativas e santidade de Maria Santíssima. Sabemos como a mesma Senhora pediu aos Pastorinhos de Fátima reparação por essas blasfémias. Mal vai ao Católico, se a esses erros blasfemos contra a virgindade, pureza e culto de Maria não sabe opor resposta contundente que tapa a boca ao adversário.

* * *

Quer isto dizer que pretendemos apresentar hoje aos leitores um tratado completo de mariologia? Não vão tão longe os nossos in­tentos. Mas quiséramos ao menos discorrer alguma coisa sobre o verdadeiro ponto de vista e a verdadeira luz em que melhor se nos revela toda a excelência, poder e bondade de Maria Santíssima, isto é: sobre o Seu Coração imaculado.

Assim como o melhor ponto de vista de Jesus Cristo é o Seu Coração: nele se encerra a chave do enigma de todas as Suas invenções de amor; assim Maria Imaculada só será conhecida e amada e reinará plenamente nas almas, quando intimamente for conhecido e amado o Seu Coração Imaculado. À luz do Seu Coração ilumina-se das mais suaves e deslumbrantes tonalidades, a Sua Imaculada Conceição, a Sua Virgindade sem par, a Sua inexcedível dignidade de Mãe de Deus, de Esposa do Espírito Santo, de Filha predilecta do Altíssimo; a Sua terníssima solicitude de Mãe dos homens e de Rainha dos Céus e da Terra.

Daqui vem que tudo o que se afirma de Maria Santíssima na Sua missão e misericórdia a respeito dos indivíduos, da Humanidade, e da Igreja em especial, se haja de afirmar com mais forte razão do Seu Coração Imaculado.

Portanto, não conhece Maria quem não conhece o Seu Coração; mas quem conhece esse Coração possui o melhor conhecimento de Maria. Não ama deveras a Maria quem não ama o Seu Coração; mas amar o Coração de Maria é amá-La pelo melhor modo como Ela deseja ser amada. E no Coração que está o motivo de todas as Suas bondades para com os homens; é essa a força que nos atrai, quando a Ela acudi­mos. O Seu Coração é o íman poderoso que nos arrebata os corações, como dizia Santo Efrém, o que levou S. Boaventura[10] a apelidá-La: Raptrix cordium, roubadora dos corações. É pelo coração que Ela nos conquista a nós; é também ele a arma com que A conquistamos a Ela: tocar-Lhe no coração é vencê-la. E mistério profundo! — não é outro o ceptro com que Maria impera junto do Altíssimo. Mostrar ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo o Seu Coração de Filha, Mãe e Esposa é conquistar a Deus; é inclinar a Seu favor toda a Santíssima Trindade.

É porque no peito de Maria palpitava um coração tão semelhante ao Seu que Jesus à hora da morte no Calvário no-La deu por Mãe e a Ela nos entregou por filhos: ccce filius tuus; ecce Mater tua [11]. Se de S. Paulo se afirmou: Cor Pauli, Cor Jesu, muito mais e melhor que ninguém tem direito a este encómio Maria Santíssima: Cor Mariae, Cor Jesu.

Por ainda continuar lá no Céu a pulsar em Seu peito esse mesmo Coração dulcíssimo e amantíssimo, não hesita a Santa Igreja, nas horas aflitivas, em mandar-nos acudir a Maria, seguros de alcançarmos sem­pre pronto auxílio. Não foi outra a esperança de Sua Santidade Pio XII, quando em 1942, em pleno fragor das armas, erguia a voz suplicante para o Céu e entregava o mundo ao Imaculado Coração de Maria:

«A Vós, ao Vosso Coração imaculado, nesta hora trágica da história humana, confiamos, entregamos, consagramos não só a Santa Igreja, Corpo Místico de Vosso Jesus, que pena e sangra em tantas partes e por tantos modos atribulada, mas também todo o mundo dilacerado por exiciais discórdias, abrasado em incêndios de ódio, vítima de suas próprias iniquidades».[12]

* * *

Vamos pois alimentar a piedade de nossos leitores, saboreando com eles este manjar do Céu, contemplando esta Obra-prima do Espírito Santo — o Coração de Maria.

Será temeridade empreender esta tarefa? «A mim o mínimo dos Santos foi-me dada esta graça de evangelizar às gentes as investigáveis riquezas de Cristo»[13], dizia S. Paulo. Uma das mais insondáveis riquezas que nos legou Cristo foi o Coração de Sua Mãe. E se a nós nos fora dado carisma parecido ao do apóstolo de evangelizarmos toda a profundeza, longitude e latitude, todos os abismos preciosos de amor encerrados no Coração de Maria?!

Um erudito e piedoso Autor expressava, ao discorrer sobre o Coração da Mãe de Deus, que ambicionava para si poder, como outrora S. João Evangelista na última Ceia sobre o peito do Salvador, recli­nar-se também sobre o peito de Maria, para depois de escutar as palpitações de Seu Coração, conseguir mais facilmente dizer desses segredos de amor[14]. As nossas aspirações vão mais longe neste ins­tante: quiséramos não somente reclinar a cabeça sobre o Coração Imaculado de nossa Mãe querida, mas poder estabelecer lá dentro a nossa morada, para que iluminados nessa luz, virginizados nessa pureza e inflamados nas chamas dessa caridade, tudo o que disséssemos fossem palavras de luz e fogo a brotar da abundância desse Coração inefável.

Que ela nos acolha nesse recôndito de amor, nos faça aí desa­parecer n’Ela, para que afinal seja Maria quem diz de Si mesma, através destas palavras, as riquezas do Seu Coração. E os nossos leitores coloquem nele a sua mansão, para nessa escola e a essa luz melhor compreenderem esta Maravilha do Senhor.

Todo o trabalho constará de duas partes: na primeira diremos dos fundamentos históricos, filosóficos e dogmáticos desta devoção e assim ficará explicado o que é o Coração de Maria; na segunda, depois de estudada a finalidade e espírito próprio, falaremos da prática e fru­tos da devoção ao Imaculado Coração de Maria.

Sendo incontestavelmente Fátima para o Coração de Maria o que é Paray-le-Monial para o Coração de Jesus, além das obras clássicas de Mariologia e vários tratados sobre o Coração de Maria, escritos por nomes da autoridade de S. João Eudes, P. João Pinamonti, Bainvel, Aguilar e outros, havemos necessariamente de ter presentes, e ainda bem, as obras principais sobre Fátima, particularmente JACINTA do Dr. Galamba de Oliveira, Nossa Senhora de Fátima do P. Luís Gonzaga da Fonseca, S. J. e Era Uma Senhora mais Brilhante que o Sol, do P. João M. de Machi, I.M.C., para melhor compreendermos o que o próprio Coração de Maria nos diz de Si e o que de nós deseja.

Por isso demos por título a este livro: O Coração de Maria à Luz de Fátima, isto é: o Coração de Maria a essa luz com que a Vir­gem Santíssima se dignou manifestar-se em Fátima.


[1] Divini Redemptoris.

[2] Dr. Galamba de Oliveira, Jacinta, págs. 113-114, 3ª edição.

[3] Radiomensagem de 13 de Maio de 1946, na coroação de Nossa Senhora de Fátima, pelo Legado Pontifício.

[4] La Vraie Dévotion; na trad. portug. feita no Brasil, págs. 36-37.

[5] Ingraviscentibius Malis.

[6] Verdadeira Devoção, pg. 8, ed. Cit.

[7] Joan. XIV, 9

[8] Ib. Ib. 6.

[9] De Mysteriis Vitae Christi, in praef.

[10] ou Santo Anselmo de Luca ou quem fosse o autor da Meditatio in Salve.

[11] Joan. XIX, 26-27.

[12] Pio XII, na Mensagem dirigida à Nação Portuguesa no encerramento do jubileu de Fátima.

[13] Ef. III, 8.

[14] Aguílar, Harmoníias del Corazón de la Virgen Madre, p. 10, e seg.